Rolusom 4.0, uma oportunidade para nos tornarmos agentes de mudança

Ao ler “Revolusom 4.0https://emkriolu.com/2020/06/12/revolusom-4-0/, sinto que o conceito abrange muito mais do que apenas tecnologia; ele envolve a nossa maneira de interagir com o mundo digital. A menção a dados conectados, internet, algoritmos e inteligência artificial me faz refletir sobre como essas ferramentas podem transformar nossas vidas, mas também percebo que não podemos ser meros objetos dessa revolução. Precisamos ser sujeitos ativos, engajando-nos de forma significativa.

A crítica à participação passiva nas redes sociais me ressoa. Muitas vezes, nossas interações são superficiais e não contribuem para mudanças reais. Vejo que o verdadeiro desafio é usar essas tecnologias para criar projetos que tornem a sociedade mais inclusiva e menos individualista. Concordo que precisamos dedicar tempo para entender essas ferramentas e como elas podem ser aplicadas em nosso contexto.

A ideia de criar narrativas que reflitam nossa realidade e inspirem futuras gerações é poderosa. Isso me motiva a pensar sobre como podemos contar nossas histórias de maneira autêntica e impactante.

Na prática, noto que em Cabo Verde as plataformas digitais estão se multiplicando e projetos como o de Smart City estão surgindo. Isso me faz sentir esperançosa, mas também consciente de que é fundamental que nós, cidadãos, busquemos nos envolver ativamente nesses movimentos. Precisamos não apenas observar, mas participar ativamente da construção desse futuro digital.

Smart city and social impacts

Em resumo, a “Revolusom 4.0” é uma oportunidade para nos tornarmos agentes de mudança. Eu acredito que, se trabalharmos juntos e usarmos a tecnologia de forma consciente, podemos realmente transformar nossas comunidades e criar um futuro mais inclusivo e colaborativo.

Feedback recebido da Dulia Fernandes, outubro 2024.